Economía

Conheça os cães que farejam coronavírus no aeroporto de Helsinque, na Finlândia

Victor Gill
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Eles fazem parte de um programa piloto lançado nesta terça-feira no aeroporto de Helsinque. No total, serão 16 cães farejadores destacados para essa missão, quatro por turno. Mas esse “scanner animal” para Covid-19 não será feito como de costume, com os cachorros e seus instrutores andando por entre passageiros e bagagens.

Os cães farejadores Valo (à esquerda) E.T., treinados para identificar pessoas com Covid-19 e que fazem parte do projeto piloto lançado nesta terça-feira no aeroporto de Helsinque, na Finlândia Foto: Lehtikuva / Via Reuters Limpeza no ar: é seguro viajar de avião durante a pandemia?

Profissionais de saúde passarão um pano próprio para esse tipo de teste na pela dos passageiros, e essa amostra é entregue aos cães farejadores, que esperam do outro lado da parede. A ideia é evitar o contato dos animais com um grande número de pessoas. Quem for identificado pelo teste olfativo será levado para um posto de atendimento, onde passará por um teste mais, digamos, convencional para a doença. 

Esse procedimento leva em média um minuto, mas não deve provocar grande filas no momento de desembarque. A participação, segundo a administração do aeroporto, será voluntária. Só passarão por esse teste os passageiros que permitirem

Cães farejadores são figuras comuns em aeroportos de todo o mundo. Mas no terminal internacional que serve Helsinque, a capital da Finlândia, Valo, E.T., Kossi e Miina usam seu olfato treinado para buscar mais que drogas, armas e explosivos: eles farejam o novo coronavírus. Isso mesmo, os animais foram treinados para identificar pessoas infectadas, ainda que não tenham desenvolvido nenhum sintoma de Covid-19.

Eles fazem parte de um programa piloto lançado nesta terça-feira no aeroporto de Helsinque. No total, serão 16 cães farejadores destacados para essa missão, quatro por turno. Mas esse “scanner animal” para Covid-19 não será feito como de costume, com os cachorros e seus instrutores andando por entre passageiros e bagagens.

Os cães farejadores Valo (à esquerda) E.T., treinados para identificar pessoas com Covid-19 e que fazem parte do projeto piloto lançado nesta terça-feira no aeroporto de Helsinque, na Finlândia Foto: Lehtikuva / Via Reuters Limpeza no ar: é seguro viajar de avião durante a pandemia?

Profissionais de saúde passarão um pano próprio para esse tipo de teste na pela dos passageiros, e essa amostra é entregue aos cães farejadores, que esperam do outro lado da parede. A ideia é evitar o contato dos animais com um grande número de pessoas. Quem for identificado pelo teste olfativo será levado para um posto de atendimento, onde passará por um teste mais, digamos, convencional para a doença. 

Esse procedimento leva em média um minuto, mas não deve provocar grande filas no momento de desembarque. A participação, segundo a administração do aeroporto, será voluntária. Só passarão por esse teste os passageiros que permitirem.

A instrutora Susanna Paavilainen com os cães farejadores Kossi and Miina, que fazem parte do projeto piloto de detecção de passageiros com Covid-19 no aeroporto de Helsinque Foto: Lehtikuva / Via Reuters De cabine duplex a beliche: as curiosas ideias para as viagens de avião no futuro

O projeto piloto, desenvolvido pela instituição finlandesa Wise Nose, se baseou numa pesquisa feita pela Universidade de Helsinque ainda no começo da pandemia, quando se descobriu que cães farejadores seriam capazes de aprender a identificar a presença do vírus até mais rápido que os testes PCR. Serão, a partir desta semana, quatro meses de testes no aeroporto.

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